folheto bebes Quando pensamos em Osteopatia, pensamos em gente crescida, em idosos.

Afinal, os bebés são tão fofinhos, tão flexíveis, maleáveis e são tão pequeninos… como é possível que já tenham dores e lesões como os esqueletos das pessoas mais crescidas?

Mas é verdade, os bebés precisam da Osteopatia tanto ou mais do que os adultos.

Vejamos porquê…

O processo de nascer e o parto podem parecer simples e correr bem, mesmo nas cesarianas, mas é um dos momentos mais traumáticos pelo qual passamos, quer física quer psicologicamente.

As forças das contrações uterinas sobre os ossos do crânio fazem com que estes se sobreponham, ou se moldem, sendo o corpo espremido ao passar pelo canal do parto.

Por outro lado, o bebé, durante as últimas semanas de gestação, quando já está “encaixado”, fica muitas vezes anichado contra alguns dos ossos da bacia da mãe, o que tende a produzir pressão sobre os ossos da cabeça e do pescoço.

Embora estas moldagens e distorções do corpo tendam a resolver-se com a sucção e o choro natural do bebé durante os primeiros dias de vida, muitos são os casos em que isso não acontece, dando origem a refluxo, dores, achatamentos dos ossos do crânio, dores de barriga e cólicas, mal estar, mau dormir, entre outras.

Esta situação pode ainda ser agravada quando existe um posicionamento fetal menos adequado, um parto muito rápido ou muito demorado, utilização de fórceps ou ventosas ou quando o bebé teve uma apresentação de face ou pélvica.

Se o seu bebé tem:

- Cólicas
- Refluxo
- Torcicolo
- Choro prolongado ou irritabilidade
- Obstipação
- Alteração do sono
- Dificuldade na sucção
- Alteração na forma do crânio (plagiocefalia)
- Escoliose
- Otite

há grande probabilidade de necessitar dos cuidados da osteopatia pediátrica.
O seu bebé sentir-se-á melhor e os pais também!