Sobre:

Concluí o curso de osteopatia na “Oxford Brookes University” e em seguida parti para o Brasil (Curitiba) onde iniciei o estágio com o Dr. António Castro Segui – médico-ortopedista que em determinado momento da sua carreira dedicou-se à quiropatia e osteopatia.
Durante o estágio tive a oportunidade de aprender e aperfeiçoar diversas técnicas de manipulação articular (técnicas estruturais), que são a base das técnicas osteopáticas. 

O estágio permitiu-me aprofundar a interligação da Osteopatia e Ortopedia, especialidades que são inequivocamente complementares e não alternativas como por vezes vemos (erradamente) referido.

Findo o estágio regressei a Portugal e começei a exercer num consultório em Lisboa. A experiência vivida no Brasil aliada à prática diária aumentou a minha curiosidade por novas técnicas e por mais e melhores formas de ajudar os meus pacientes. 

Espanha, Inglaterra, França foram alguns dos paises onde fiz formação e conheci muitos osteopatas, médicos e profissionais de saúde de diferentes áreas que muito contribuíram para poder prestar o melhor, mais completo e seguro tratamento  osteopático.

A formação contínua sempre teve um papel importante na procura de conhecimento e soluções, no entanto  existiu um outro facto que traçou definitivamente a minha carreira:  O nascimento do meu primeiro filho!
Quando o meu primeiro filho nasceu apercebi-me que mergulhei num mundo novo – bebés, pediatria, puericultura… (o que por vezes é assustador). De repente somos mães (e pais), há muitas coisas que não sabemos, outras que não acontecem tal qual vimos nos cursos pré-natais e para além do mais não nos entregam o livro de instruções ou manual de montagem!

Aos três meses de idade o meu filho teve um torcicolo! Não conseguia virar o pescoço e em menos de nada estava tudo do avesso; não mamava, chorava muito, não dormia (nem ele, nem eu), gemia e no meu desespero pensei o seguinte: se eu consigo resolver com sucesso torcicolos nos adultos porque não tentar ajudar meu filho de três meses! Foi assim que há cerca de 13 anos comecei a viagem extraordinária no mundo da osteopatia pediátrica.

Quando me perguntam como consigo tratar/manipular bébes tão pequenos, a resposta é simples: as melhores técnicas aliadas à paixão, dedicação, tempo e compreensão, são os ingredientes que me permitem tratar devidamente os meus pacientes mais pequenos, proporcionando-lhes assim mais conforto, saúde e  um futuro fisicamente feliz.

Foco-me em dar aos meus pacientes – sejam eles bebés, crianças, adolescentes, adultos, grávidas ou idosos -,  um diagnóstico acertado, um tratamento individualizado, completo (holistico), e um resultado visivel e eficaz.

A viagem continua… pois o conhecimento do corpo humano permite a mãos estudadas aliviar as dores e devolver o equilíbrio, bem-estar e saúde.

Vanessa Faria Lopes é osteopata licenciada pela Oxford Brookes University e está inscrita na Federação Portuguesa de Osteopatas com o nº 74