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	<title>Osteopatia Vanessa Faria Lopes &#187; admin</title>
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		<title>Sabia que a Osteopatia pode ajudar a quem sofre de enjoos de mobilidade?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 10:34:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Andar de carro, barco, comboio ou de avião para muitos pode representar um tormento pelo enjoo que provoca. Tanto os bebés, as crianças, os adultos como os mais idosos podem sentir o enjoo, e normalmente não melhora nem desaparece com o tempo. Há bebés que normalmente “andar de carro” é uma bênção porque adormecem rapidamente, mas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Andar de carro, barco, comboio ou de avião para muitos pode representar um tormento pelo enjoo que provoca.</p>
<p>Tanto os bebés, as crianças, os adultos como os mais idosos podem sentir o enjoo, e normalmente não melhora nem desaparece com o tempo.</p>
<p>Há bebés que normalmente “andar de carro” é uma bênção porque adormecem rapidamente, mas outros choram intensamente até saírem do carro, e por vezes pode ser por sentirem o desconforto do enjoo.</p>
<p>O enjoo surge quando o sistema nervoso recebe informação não consensual dos recetores, ou seja, a interpretação da informação dada pelos olhos, ouvidos, músculos e articulações do corpo durante o movimento.</p>
<p>As técnicas osteopáticas ajudam a equilibrar as estruturas de todo o corpo, a fim de não sentir mais enjoos do movimento.</p>
<p>Osteopatia ajuda a melhorar a qualidade de vida.</p>
<p><a href="http://osteopatiavanessafarialopes.com/wp-content/uploads/2023/03/osteopatia-enjoo-vanessa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10663" src="http://osteopatiavanessafarialopes.com/wp-content/uploads/2023/03/osteopatia-enjoo-vanessa.jpg" alt="osteopatia-enjoo-vanessa" width="635" height="377" /></a></p>
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		<title>Abertura Página Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:56:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Siga os meus casos e acompanhe as minhas novidades atraves da nossa nova página no facebook]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.facebook.com/osteopatiavanessafarialopes" target="_blank">Siga os meus casos e acompanhe as minhas novidades atraves da nossa nova página no facebook</a></p>
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		<title>Marta Almeida</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:13:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontrava-me em época de exames na faculdade, quando me surgiu uma enorme enxaqueca. Queria concentrar-me para estudar e não conseguia. Tomei vários analgésicos e não melhorava. Fui a vários médicos, que me diziam para tomar relaxantes musculares, antidepressivo mas nada resultou comigo. Foi então que a Dra. Vanessa Faria Lopes se cruzou na minha vida! Fui a uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrava-me em época de exames na faculdade, quando me surgiu uma enorme enxaqueca. Queria concentrar-me para estudar e não conseguia. Tomei vários analgésicos e não melhorava. Fui a vários médicos, que me diziam para tomar relaxantes musculares, antidepressivo mas nada resultou comigo. Foi então que a <strong>Dra</strong>. <strong>Vanessa Faria Lopes</strong> se cruzou na minha vida! Fui a uma primeira consulta de osteopatia e logo senti algo diferente. Nesse mesmo dia dormi muito melhor. Mas, de vez em quando, aparecia-me uma dor de cabeça. Recorria à Dra. Vanessa Faria Lopes e melhorava, sem recorrer a analgésicos. Deixei de tomar o exagero de comprimidos que tomava, pois com a osteopatia melhorei muito! Presentemente sinto-me muito bem! Recomendo a osteopatia com a Dra. Vanessa Faria Lopes. Excelente profissional! Obrigada.</p>
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		<title>Florbela Almeida</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:11:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Agosto de 2013 fomos pais do pequeno Rodrigo, que há data deste testemunho tem 8 meses. Desde as 2 semanas o Rodrigo tem sido acompanhado pelo pediatra, mas foi aos 2 meses que o doutor reparou que o Rodrigo virava o rosto tendencialmente para o lado direito e apresentava uma postura corporal em forma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Agosto de 2013 fomos pais do pequeno Rodrigo, que há data deste testemunho tem 8 meses.<br />
Desde as 2 semanas o Rodrigo tem sido acompanhado pelo pediatra, mas foi aos 2 meses que o doutor reparou que o Rodrigo virava o rosto tendencialmente para o lado direito e apresentava uma postura corporal em forma de C.<br />
Durante a consulta, o pediatra tentou virar suavemente o rosto para o lado esquerdo, mantendo a postura direita, mas sem sucesso; imediatamente o bebé soltou um choro de dor.<br />
Nós, pais, já tínhamos reparado nessa “tendência”, mas não demos importância pensando que fosse uma simples “preferência do bebé” estar virado para aquele lado. O pediatra sugeriu então aguardarmos mais um mês. Durante esse mês deveríamos estimular o bebé a voltar o rosto para o lado esquerdo mediante alguns exercícios, e se a limitação não desaparecesse, entretanto, tomaríamos outras providências.<br />
Apesar da nossa assiduidade com os exercícios, ao fim desse mês, não ocorreram melhoras significativas. O pediatra recomendou-nos pedir a opinião da Dr.ª Vanessa Faria Lopes, Osteopata Infantil.<br />
Imediatamente, marcámos uma consulta com a Drª Vanessa que nos explicou que esta limitação era decorrente da posição que Rodrigo manteve durante os últimos meses de gestação. Se esta limitação não fosse corrigida atempadamente, poderia condicionar o desenvolvimento físico e motor do Rodrigo.<br />
Com a ajuda, dedicação e persistência da Dr.ª Vanessa, o Rodrigo foi melhorando a olhos vistos. Inicialmente, teve consultas quinzenais, no entanto, nem sempre os resultados foram evidentes de imediato; muitas vezes só passado uma ou duas semanas, mas, o mais importante, é que houve resultados e, acima de tudo, muito positivos!<br />
Ao fim do sexto mês felizmente o Rodrigo já não apresentava qualquer limitação no pescoço.<br />
Estamos muito gratos à Drª Vanessa pelo seu profissionalismo, disponibilidade e pela simpatia com que nos acolheu!</p>
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		<title>Cátia Zigue Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:11:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O meu filho nasceu em Dezembro de 2013. Uma gravidez muito tranquila até às 33 semanas, altura em que fiquei de repouso absoluto por contrações intensas e ameaça de parto prematuro. Após uma semana de internamento permaneci em casa até às 38 semanas e entrei em trabalho de parto espontâneo, tendo-me dirigido para a maternidade. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O meu filho nasceu em Dezembro de 2013. Uma gravidez muito tranquila até às 33 semanas, altura em que fiquei de repouso absoluto por contrações intensas e ameaça de parto prematuro. Após uma semana de internamento permaneci em casa até às 38 semanas e entrei em trabalho de parto espontâneo, tendo-me dirigido para a maternidade. Mesmo na fase final de atingir a dilatação completa, o bebé encravou no canal de parto e após algumas horas de exercícios e manobras de rotação manual da nuca, sem sucesso, tivemos que partir para uma cesariana de urgência. A primeira sensação? Um misto de alegria por o ouvir chorar pela primeira vez e o choque de ver um formato oval, muito pronunciado, do crânio dele&#8230; o meu filho parecia uma personagem dos Simpsons!!</p>
<p>A maternidade trouxe-me uma felicidade que eu desconhecia até então, mas também me ofereceu um sem número de preocupações… desde cedo que o V. se mostrou um bebé que passava a maior parte do dia irritado e choroso. Claro que como pais pensámos em várias possibilidades… seria fome? Na verdade melhorou ligeiramente com a introdução de leite artificial, como complemento alimentar, mas em poucos dias voltámos ao mesmo. Seriam cólicas? Ainda na maternidade, as enfermeiras disseram-nos que ele tinha cólicas e mostraram-nos como realizar as massagens abdominais e estimular a libertação de gases. Acrescento ainda que desde a terceira semana de vida, o V. passou a ser um bebé com um padrão intestinal alterado, passando vários dias sem evacuar (e só fazia quando era estimulado), situação mantida mesmo após a troca do leite em pó (por quatro vezes e sempre de acordo com aconselhamento médico!). De dia para dia, o V. ia dormindo pior, cada vez necessitava de mais colo para se acalmar, qualquer saída com ele era uma aventura pois chorava muito e ficava tudo de olhos postos em nós… toda a família sempre muito preocupada e nós a ver o tempo a passar e nada a melhorar. Todos nos diziam que tínhamos que ter paciência porque “há bebés assim” e só nos resta “esperar que passe”. A tão falada meta dos 3 meses, como melhoria das cólicas, chegou mas nada mudou. Nenhum medicamento resultava também (e experimentei de tudo!). Constantemente procurava na internet e em livros o que mais poderia fazer para melhorar o desconforto sempre evidente do meu filho… até que encontrei um artigo na Revista Pais &amp; filhos, sobre os benefícios da Osteopatia Pediátrica nestes bebés e, em conversa com uma mãe recente, foi-me fortemente recomendado experimentar. Descobri que em Portugal esta é uma terapia não-convencional ainda pouco conhecida mas que em vários países da Europa existem Osteopatas nas Maternidades para fazer a avaliação dos bebés, após o seu nascimento, e que os pais continuam a recorrer muito aos seus serviços após a alta. Em conversa com o Pediatra do V. ele apoiou bastante esta opção e referiu inclusivamente que tem acompanhado alguns bebés seguidos em Osteopatia e que têm apresentado bons resultados. E foi assim que conheci a Terapeuta Vanessa Faria Lopes. Numa primeira sessão, e após observação do V., uma pessoa desconhecida fez-me o retrato fiel do que foram os meus primeiros quatro meses de maternidade e explicou-me o porquê dele estar e ser assim… e com toda a razão! Afinal o desenrolar do trabalho de parto, a força das contrações e o encravamento a que o V. esteve sujeito, propiciaram a que ele nascesse com um compressão a nível occipital/cervical alta e daí o seu desconforto permanente (e a alteração notória à nascença do formato do crânio). Fisiologicamente é nesta zona que se encontram alguns nervos importantes, nomeadamente os nervos do aparelho digestivo e daí a obstipação e as cólicas. O profissionalismo da Terapeuta Vanessa aliado à sua postura serena, que transmite calma e confiança, conquistaram-me e os resultados têm sido notórios de sessão para sessão (a regularidade das visitas é combinada a cada sessão, consoante os resultados). Posso dizer que um mês depois o meu filho já é um bebé muito diferente. Dorme a noite toda, as sestas diurnas estão a melhorar também, está mais bem-disposto, tolerante e sorridente, chora muito menos e quanto às cólicas parecem-me mínimas ou mesmo inexistentes em vários dias. O padrão intestinal também melhorou, normalmente evacua em dias alternados e sem estimulação. Como é evidente as preocupações diminuíram bastante e finalmente começo a conseguir relaxar e a gozar da companhia do meu filho!</p>
<p>Um bem-haja à Osteopatia Pediátrica e um especial obrigada à Terapeuta Vanessa Faria Lopes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cátia Zigue Gonçalves, mãe do V.</p>
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		<title>Tiago Araújo Maia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 16:37:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tiago teve um parto trágico com ferros e nasceu com uma paralisia facial do lado esquerdo, um torcicolo, duas marcas na testa canal lacrimal obstruído e o nariz obstruído entre outras mazelas. Nos primeiros meses engasgava-se com muita frequência a mamar e não gostava nada de colo porque o corpo lhe doía. Graças às [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Tiago teve um parto trágico com ferros e nasceu com uma paralisia facial do lado esquerdo, um torcicolo, duas marcas na testa canal lacrimal obstruído e o nariz obstruído entre outras mazelas.</p>
<p>Nos primeiros meses engasgava-se com muita frequência a mamar e não gostava nada de colo porque o corpo lhe doía.<br />
Graças às consultas com a Dra Vanessa praticamente tudo isto são contos do passado.<br />
Passado poucas consultas sentiram-se logo as melhorias tanto no nariz como no torcicolo.<br />
O Tiago recuperou muito bem e entretanto chora quando o tiramos do colo.</p>
<p>As consultas com a Dra Vanessa ajudaram-nos a todos os níveis.<br />
Para além de nós como pais termos percebido que o que nos aconteceu não é normal, só o facto de termos alguém tão preocupado connosco e a ouvir-nos ajudou-nos a ultrapassar os tempos iniciais a três que foram, sem dúvida, muito difíceis e dolorosos.</p>
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