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	<title>Osteopatia Vanessa Faria Lopes &#187; Testemunhos</title>
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		<title>Marta Almeida</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:13:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontrava-me em época de exames na faculdade, quando me surgiu uma enorme enxaqueca. Queria concentrar-me para estudar e não conseguia. Tomei vários analgésicos e não melhorava. Fui a vários médicos, que me diziam para tomar relaxantes musculares, antidepressivo mas nada resultou comigo. Foi então que a Dra. Vanessa Faria Lopes se cruzou na minha vida! Fui a uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrava-me em época de exames na faculdade, quando me surgiu uma enorme enxaqueca. Queria concentrar-me para estudar e não conseguia. Tomei vários analgésicos e não melhorava. Fui a vários médicos, que me diziam para tomar relaxantes musculares, antidepressivo mas nada resultou comigo. Foi então que a <strong>Dra</strong>. <strong>Vanessa Faria Lopes</strong> se cruzou na minha vida! Fui a uma primeira consulta de osteopatia e logo senti algo diferente. Nesse mesmo dia dormi muito melhor. Mas, de vez em quando, aparecia-me uma dor de cabeça. Recorria à Dra. Vanessa Faria Lopes e melhorava, sem recorrer a analgésicos. Deixei de tomar o exagero de comprimidos que tomava, pois com a osteopatia melhorei muito! Presentemente sinto-me muito bem! Recomendo a osteopatia com a Dra. Vanessa Faria Lopes. Excelente profissional! Obrigada.</p>
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		<title>Florbela Almeida</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:11:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Agosto de 2013 fomos pais do pequeno Rodrigo, que há data deste testemunho tem 8 meses. Desde as 2 semanas o Rodrigo tem sido acompanhado pelo pediatra, mas foi aos 2 meses que o doutor reparou que o Rodrigo virava o rosto tendencialmente para o lado direito e apresentava uma postura corporal em forma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Agosto de 2013 fomos pais do pequeno Rodrigo, que há data deste testemunho tem 8 meses.<br />
Desde as 2 semanas o Rodrigo tem sido acompanhado pelo pediatra, mas foi aos 2 meses que o doutor reparou que o Rodrigo virava o rosto tendencialmente para o lado direito e apresentava uma postura corporal em forma de C.<br />
Durante a consulta, o pediatra tentou virar suavemente o rosto para o lado esquerdo, mantendo a postura direita, mas sem sucesso; imediatamente o bebé soltou um choro de dor.<br />
Nós, pais, já tínhamos reparado nessa “tendência”, mas não demos importância pensando que fosse uma simples “preferência do bebé” estar virado para aquele lado. O pediatra sugeriu então aguardarmos mais um mês. Durante esse mês deveríamos estimular o bebé a voltar o rosto para o lado esquerdo mediante alguns exercícios, e se a limitação não desaparecesse, entretanto, tomaríamos outras providências.<br />
Apesar da nossa assiduidade com os exercícios, ao fim desse mês, não ocorreram melhoras significativas. O pediatra recomendou-nos pedir a opinião da Dr.ª Vanessa Faria Lopes, Osteopata Infantil.<br />
Imediatamente, marcámos uma consulta com a Drª Vanessa que nos explicou que esta limitação era decorrente da posição que Rodrigo manteve durante os últimos meses de gestação. Se esta limitação não fosse corrigida atempadamente, poderia condicionar o desenvolvimento físico e motor do Rodrigo.<br />
Com a ajuda, dedicação e persistência da Dr.ª Vanessa, o Rodrigo foi melhorando a olhos vistos. Inicialmente, teve consultas quinzenais, no entanto, nem sempre os resultados foram evidentes de imediato; muitas vezes só passado uma ou duas semanas, mas, o mais importante, é que houve resultados e, acima de tudo, muito positivos!<br />
Ao fim do sexto mês felizmente o Rodrigo já não apresentava qualquer limitação no pescoço.<br />
Estamos muito gratos à Drª Vanessa pelo seu profissionalismo, disponibilidade e pela simpatia com que nos acolheu!</p>
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		<title>Cátia Zigue Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 19:11:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O meu filho nasceu em Dezembro de 2013. Uma gravidez muito tranquila até às 33 semanas, altura em que fiquei de repouso absoluto por contrações intensas e ameaça de parto prematuro. Após uma semana de internamento permaneci em casa até às 38 semanas e entrei em trabalho de parto espontâneo, tendo-me dirigido para a maternidade. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O meu filho nasceu em Dezembro de 2013. Uma gravidez muito tranquila até às 33 semanas, altura em que fiquei de repouso absoluto por contrações intensas e ameaça de parto prematuro. Após uma semana de internamento permaneci em casa até às 38 semanas e entrei em trabalho de parto espontâneo, tendo-me dirigido para a maternidade. Mesmo na fase final de atingir a dilatação completa, o bebé encravou no canal de parto e após algumas horas de exercícios e manobras de rotação manual da nuca, sem sucesso, tivemos que partir para uma cesariana de urgência. A primeira sensação? Um misto de alegria por o ouvir chorar pela primeira vez e o choque de ver um formato oval, muito pronunciado, do crânio dele&#8230; o meu filho parecia uma personagem dos Simpsons!!</p>
<p>A maternidade trouxe-me uma felicidade que eu desconhecia até então, mas também me ofereceu um sem número de preocupações… desde cedo que o V. se mostrou um bebé que passava a maior parte do dia irritado e choroso. Claro que como pais pensámos em várias possibilidades… seria fome? Na verdade melhorou ligeiramente com a introdução de leite artificial, como complemento alimentar, mas em poucos dias voltámos ao mesmo. Seriam cólicas? Ainda na maternidade, as enfermeiras disseram-nos que ele tinha cólicas e mostraram-nos como realizar as massagens abdominais e estimular a libertação de gases. Acrescento ainda que desde a terceira semana de vida, o V. passou a ser um bebé com um padrão intestinal alterado, passando vários dias sem evacuar (e só fazia quando era estimulado), situação mantida mesmo após a troca do leite em pó (por quatro vezes e sempre de acordo com aconselhamento médico!). De dia para dia, o V. ia dormindo pior, cada vez necessitava de mais colo para se acalmar, qualquer saída com ele era uma aventura pois chorava muito e ficava tudo de olhos postos em nós… toda a família sempre muito preocupada e nós a ver o tempo a passar e nada a melhorar. Todos nos diziam que tínhamos que ter paciência porque “há bebés assim” e só nos resta “esperar que passe”. A tão falada meta dos 3 meses, como melhoria das cólicas, chegou mas nada mudou. Nenhum medicamento resultava também (e experimentei de tudo!). Constantemente procurava na internet e em livros o que mais poderia fazer para melhorar o desconforto sempre evidente do meu filho… até que encontrei um artigo na Revista Pais &amp; filhos, sobre os benefícios da Osteopatia Pediátrica nestes bebés e, em conversa com uma mãe recente, foi-me fortemente recomendado experimentar. Descobri que em Portugal esta é uma terapia não-convencional ainda pouco conhecida mas que em vários países da Europa existem Osteopatas nas Maternidades para fazer a avaliação dos bebés, após o seu nascimento, e que os pais continuam a recorrer muito aos seus serviços após a alta. Em conversa com o Pediatra do V. ele apoiou bastante esta opção e referiu inclusivamente que tem acompanhado alguns bebés seguidos em Osteopatia e que têm apresentado bons resultados. E foi assim que conheci a Terapeuta Vanessa Faria Lopes. Numa primeira sessão, e após observação do V., uma pessoa desconhecida fez-me o retrato fiel do que foram os meus primeiros quatro meses de maternidade e explicou-me o porquê dele estar e ser assim… e com toda a razão! Afinal o desenrolar do trabalho de parto, a força das contrações e o encravamento a que o V. esteve sujeito, propiciaram a que ele nascesse com um compressão a nível occipital/cervical alta e daí o seu desconforto permanente (e a alteração notória à nascença do formato do crânio). Fisiologicamente é nesta zona que se encontram alguns nervos importantes, nomeadamente os nervos do aparelho digestivo e daí a obstipação e as cólicas. O profissionalismo da Terapeuta Vanessa aliado à sua postura serena, que transmite calma e confiança, conquistaram-me e os resultados têm sido notórios de sessão para sessão (a regularidade das visitas é combinada a cada sessão, consoante os resultados). Posso dizer que um mês depois o meu filho já é um bebé muito diferente. Dorme a noite toda, as sestas diurnas estão a melhorar também, está mais bem-disposto, tolerante e sorridente, chora muito menos e quanto às cólicas parecem-me mínimas ou mesmo inexistentes em vários dias. O padrão intestinal também melhorou, normalmente evacua em dias alternados e sem estimulação. Como é evidente as preocupações diminuíram bastante e finalmente começo a conseguir relaxar e a gozar da companhia do meu filho!</p>
<p>Um bem-haja à Osteopatia Pediátrica e um especial obrigada à Terapeuta Vanessa Faria Lopes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cátia Zigue Gonçalves, mãe do V.</p>
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		<title>Tiago Araújo Maia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 16:37:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Tiago teve um parto trágico com ferros e nasceu com uma paralisia facial do lado esquerdo, um torcicolo, duas marcas na testa canal lacrimal obstruído e o nariz obstruído entre outras mazelas. Nos primeiros meses engasgava-se com muita frequência a mamar e não gostava nada de colo porque o corpo lhe doía. Graças às [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Tiago teve um parto trágico com ferros e nasceu com uma paralisia facial do lado esquerdo, um torcicolo, duas marcas na testa canal lacrimal obstruído e o nariz obstruído entre outras mazelas.</p>
<p>Nos primeiros meses engasgava-se com muita frequência a mamar e não gostava nada de colo porque o corpo lhe doía.<br />
Graças às consultas com a Dra Vanessa praticamente tudo isto são contos do passado.<br />
Passado poucas consultas sentiram-se logo as melhorias tanto no nariz como no torcicolo.<br />
O Tiago recuperou muito bem e entretanto chora quando o tiramos do colo.</p>
<p>As consultas com a Dra Vanessa ajudaram-nos a todos os níveis.<br />
Para além de nós como pais termos percebido que o que nos aconteceu não é normal, só o facto de termos alguém tão preocupado connosco e a ouvir-nos ajudou-nos a ultrapassar os tempos iniciais a três que foram, sem dúvida, muito difíceis e dolorosos.</p>
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